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O Monero (XMR) atingiu um novo pico histórico após ultrapassar a barreira dos US$ 600 nesta segunda-feira (12). O movimento de mercado acontece em meio a demanda crescente por privacidade financeira.
Nos últimos meses, criptomoedas focadas em privacidade voltaram ao centro das atenções. Monero lidera esse movimento por oferecer, de forma nativa, transações privadas, não rastreáveis e resistentes à vigilância on-chain. Em um cenário com cada vez mais monitoramento estatal e regulatório, esse diferencial volta a ser valorizado.
A última máxima histórica do XMR aconteceu em maio de 2021, quando a cripto alcançou o patamar de US$ 500 por moeda. Mas depois seguiu o resto das criptomoedas em um longo período de quedas. Apenas em dezembro de 2024 o Monero voltou a subir, saindo da cotação de US$ 165 para atuais US$ 632, representando uma valorização de mais de 280%.

Apenas nos últimos 30 dias, a maior criptomoeda do mercado focada em privacidade cresceu 50,8% em valor de mercado, enquanto o Bitcoin (BTC) valorizou 1,2%. Em meio a altos e baixos, o BTC anda de lado há cerca de um ano, caindo pouco mais de 3% no período.
Curiosamente, o próprio ecossistema do Bitcoin tem refletido a demanda por transações mais privadas. O aumento no uso da Liquid Network — uma solução de segunda camada do Bitcoin focada em confidencialidade — indica que uma parte crescente dos usuários está buscando alternativas para realizar transações com mais discrição.
Enquanto de 2019 a 2024 a Liquid via de 250 mil a 500 mil transações na rede, 2025 registrou 1,7 milhão de transações. Por padrão, a Liquid esconde os valores enviados e qual token está sendo movimentado (a rede suporta não apenas L-BTC, mas também outros tokens como as stablecoins USDT e DePix).

O blockchain do Monero, por sua vez, está registrando cerca de 20 a 40 mil transações diárias, segundo o Bitinfocharts. Com transações que escondem não apenas os valores, mas também o endereço de envio e de recebimento, XMR oferece um nível de privacidade superior até o do Liquid-Bitcoin.

No Brasil, o contexto é ainda mais específico. Com o Pix cada vez mais monitorado, novas regras de fiscalização e maior cruzamento de dados financeiros, cresce o interesse por soluções que funcionem como um “Pix Anônimo”.
Maneiras de receber e enviar dinheiro de forma digital, barata e privada são procuradas a níveis nunca antes vistos em 2026, já que cada vez mais a privacidade financeira é atacada no Brasil. Por exemplo com a mais recente obrigatoriedade ampliada de emissão de nota fiscal para MEI e pequenos empreendedores.
A nova máxima histórica do Monero, portanto, não é apenas um dado de mercado. Ela funciona como um sinal: em um mundo onde a vigilância financeira avança rapidamente, ativos que oferecem soberania e privacidade tendem a ganhar relevância.
Se você quiser aprender a como transacionar de forma mais privada, entre em contato com os especialistas da Soberano para aprender na prática a como retomar sua soberania financeira, e tirar quaisquer dúvidas: