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Existe um celular que poderia ter salvado Bolsonaro e seus aliados, mas a falta de conhecimento do ex-presidente fez com que o STF tomasse para si informações de cunho pessoal publicadas na mídia. Conheça o celular usado por ex-agentes da CIA e temido por governos.
Índice de conteúdo:
Hoje em dia, muitas pessoas querem pegar nossos telefones, seja você um mero cidadão andando por aí, um engenheiro nuclear japonês na China ou um presidente da República.
É por isso que foi criado um smartphone tão seguro que inviabiliza ataques de órgãos estatais como a Polícia Federal e até mesmo o FBI. Um smartphone usado por ex-espiões da CIA perseguidos pelo governo dos Estados Unidos. Um smartphone tão bem feito que o governo da França tentou injetar uma vulnerabilidade, pois não conseguia quebrar sua criptografia. E o governo brasileiro tentou banir o uso desse aparelho com aplicativos do governo, mesmo isso indo contra o Marco Civil da Internet.
Esse smartphone foi criado pelo Google: o Pixel Phone. Mas como um smartphone do Google, famoso por ganhar dinheiro com dados, pode ser mais seguro que qualquer Samsung, Xiaomi ou iPhone?

O segredo do smartphone mais seguro do mundo é o GrapheneOS, um sistema operacional que substitui o Android tradicional feito pelo Google por uma versão desenvolvida por pessoas obcecadas por segurança, privacidade e soberania.
A primeira se chama sandboxing. Cada aplicativo só pode acessar os recursos explicitamente permitidos a ele e até mesmo espaços específicos da memória do aparelho, impedindo a ação de apps maliciosos que tentam roubar suas informações.
Há também uma lista de contatos que pode ser dividida por aplicativo. Assim, um app como o Facebook não terá acesso a todos os seus contatos.
Além disso, a conexão ao Wi-Fi acontece de forma mais privada, usando um randomizador de MAC address. O MAC address é como se fosse a identidade do seu celular, que até pode ser emulada, mas não é na maioria dos smartphones.
Outra grande diferença é a capacidade de desativar completamente a câmera, o microfone, o GPS e outros módulos do celular, algo que não acontece no Android comum nem no iPhone. Mesmo quando você desativa o GPS nesses sistemas, ele ainda pode ser ativado por aplicativos ou por ordens do próprio sistema operacional.
O GrapheneOS possui um modo de autodestruição, no qual o uso de uma senha específica redefine o celular, apagando todos os dados. Ele também conta com um sistema de proteção contra ataques de força bruta, um tipo de ataque utilizado por órgãos do governo, ladrões de celulares e softwares espiões.
Há ainda um login por impressão digital mais seguro e mecanismos adicionais de proteção contra vazamentos de VPN.
Se você lida com qualquer tipo de informação confidencial, seja um presidente da República, um engenheiro nuclear ou um funcionário com acesso a senhas sensíveis, o GrapheneOS foi feito para você.
Ele é usado por pessoas como o ex-funcionário da CIA Edward Snowden, Julian Assange e milhares de ativistas ao redor do mundo. E o melhor de tudo: usar o GrapheneOS é totalmente legal. Afinal, qual é o crime em querer privacidade sobre seus próprios dados?
Para obter um aparelho desses, é necessário consultar a lista de dispositivos compatíveis, comprá-los – vale ressaltar que esses aparelhos não são vendidos oficialmente no Brasil – e depois instalar o sistema. Para quem tem pouco conhecimento técnico, esse processo pode ser mais complexo.
Por esse motivo, a Soberano oferece planos com GrapheneOS para quem deseja ter soberania também no celular. Entre em contato pelo nosso formulário.
O GrapheneOs é um sistema operacional baseado no Android, criado para dar mais segurança e privacidade aos seus usuários.
O sistema é compatível com celulares Pixel, desenvolvidos pelo Google.
Sim, o GrapheneOs tem mais recursos de privacidade que o Iphone e os desenvolvedores prestam mais atenção para a parte de segurança. Além disso, o sistema não captura metadados dos usuários.