BlackRock: 1% allocation to cryptocurrencies in Asia could attract US$ 2 trillion to the market

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O executivo da BlackRock, Nicholas Peach, afirmou que uma pequena mudança nas alocações de portfólios asiáticos para criptomoedas pode gerar um fluxo relevante de capital para o mercado.

Durante painel no Consensus Hong Kong, ele disse que uma recomendação de apenas 1% em cripto para portfólios padrão na Ásia poderia direcionar quase US$ 2 trilhões ao setor, segundo a CoinDesk.

Peach destacou que a riqueza familiar na região soma cerca de US$ 108 trilhões em ativos totais. Para ele, ajustes modestos em modelos tradicionais de investimento já seriam suficientes para provocar impacto expressivo no mercado cripto.

A fala ocorre em meio à forte demanda pelos ETFs de criptomoedas da BlackRock, especialmente via iShares. O ETF de Bitcoin à vista nos EUA, o IBIT, lançado em janeiro de 2024, já acumula quase US$ 53 bilhões sob gestão.

Ele também afirmou que investidores asiáticos têm peso relevante nos fluxos para ETFs de cripto listados nos EUA. Ao mesmo tempo, reguladores de mercados como Hong Kong, Japão e Coreia do Sul avançam na ampliação dessas ofertas, sinalizando maior abertura institucional à classe de ativos na região.

Bitcoin tem potencial, diz CEO da BlackRock

No ano passado, Larry Fink, CEO da BlackRock, fez um movimento simbólico: saiu da posição de crítico do Bitcoin para reconhecer publicamente seu potencial. Ele passou a definir o ativo como uma proteção buscada em momentos de insegurança financeira, tensões geopolíticas e perda de poder de compra das moedas estatais.

Ao mesmo tempo, Fink alertou para a volatilidade e para o peso de players alavancados no mercado, o que torna o curto prazo mais arriscado. Ainda assim, admitiu que, como hedge de longo prazo, o Bitcoin pode funcionar como um seguro relevante dentro de portfólios.

Também no ano passado, a BlackRock ampliou o acesso global ao ativo ao lançar o ETF iShares Bitcoin (IBIT) na Austrália. A maior gestora de recursos do mundo listou o produto na Australian Securities Exchange (ASX), sob o ticker IBIT, oferecendo aos investidores locais exposição regulada ao Bitcoin por meio da estrutura tradicional de ETF — um passo importante na institucionalização do mercado.

Naquele momento, o Bitcoin negociava próximo das máximas históricas, acima de US$ 100 mil. Hoje, está cerca de 30% abaixo desses níveis, cotado próximo de US$ 68 mil.

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