Pré-candidato afirma que Brasil terá reserva de bitcoin e não de outras criptomoedas

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Em entrevista para o canal Os Sócios Podcasts, o pré-candidato a presidência Renan Santos reafirmou seu compromisso de tornar o Brasil um país “amigável ao bitcoin” e surpreendeu a todos ao deixar de lados as moedas alternativas ao bitcoin.

Renan Santos e a reserva APENAS de bitcoin

Ao ser perguntado por Bruno Perini, entrevistador do podcast Os Sócios, sobre a opinião de Renan sobre o bitcoin, ele deu uma resposta que surpreendeu a muitos.

Nós falamos no Livro Amarelo, em ter reserva de bitcoin. Não de criptos em geral, mas de bitcoin especificamente” – firmou Renan Santos.

A resposta mostra uma preferência do candidato ao bitcoin, a primeira criptomoeda do mercado. Ao deixar de lado qualquer reserva de criptoativos alternativas ao bitcoin, Renan se alinha a ala “maximalista” do mercado de criptomoedas.

Dentro dessa ala temos influenciadores famosos como Renato38tão, famoso por suas polêmicas nas redes sociais.

Bitcoin, a isca para atrair talentos

O pré-candidato afirmou ainda que ser amigável ao bitcoin e tecnologias correlatas pode ser positivo para atrair novos talentos.

Em geral a pessoa que tá no universo cripto, ela também está correlacionada ao universo tech. Quanto você permite que um cara de cripto possa transacionar, sacar o valor dele com alíquotas de custos bem baixas … você acaba sendo um porto para ele” – disse o pré-candidato do Partido Missão.

A declaração vai de encontro às regulamentações do Banco Central do Brasil (BCB) e do governo atual. Em 1° de outubro de 2026, o BCB criou regras limitadoras ao uso de stablecoins como a proibição de stablecoins em operações de liquidação em remessas internacionais e operações de câmbio (eFX).

De acordo com reportagem do Cointelegraph, o BCB tem interesse em proibir alguns ativos digitais no Brasil, como o USDT.

Além disso, o governo dificultou a criação de fintechs de criptomoedas, regulamentando as prestadoras de serviços a condições enormes de capital inicial e operacional, algumas são obrigadas a manter reservas superiores a R$19 milhões de reais e uma estrutura extremamente cara.

Para Renan, é indiscutível que o Brasil precisará ser um país bitcoin e tech friendly para atrair talentos, investidores internacionais e modernizar a economia nacional.

“Precisamos ser um país tech friendly e bitcoin friendly. Ponto”

Confira a entrevista completa, iniciando com o trecho sobre o bitcoin:

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