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Para o maior banco de investimentos da América Latina, a Coinbase está no radar para os investidores que querem participar da infraestrutura do setor:
“A Coinbase (C2OI34) entra no radar como uma oportunidade para quem busca exposição ao crescimento do mercado cripto por meio da principal infraestrutura institucional do setor.” – afirmou o BTG.
A Coinbase é a maior corretora de criptoativos dos Estados Unidos e a única representante relevante do segmento no S&P 500.
A companhia teve aumento do marketshare no último trimestre de 8,6% do volume de trading cripto, um recorde. Além de ganhar taxas de cada transação de criptoativo, a companhia ainda tem outras fontes de receitas como:

A receita somou US$ 1,41 bilhão — bem aquém do consenso de cerca de US$ 1,56 bilhão — e encolheu 31% na comparação anual e 21% frente ao 4T25. No lucro por ação, o desencontro foi ainda maior: o mercado projetava US$ 0,29 positivos e a empresa entregou prejuízo de US$ 1,49 por ação.
No balanço contábil, o quadro é desfavorável. A Coinbase reportou prejuízo líquido de US$ 394 milhões e prejuízo operacional de US$ 21 milhões.
Mas aqui vale a leitura que separa o investidor sofisticado do espectador apressado: a foto operacional é menos sombria do que o EPS dá a entender. A companhia entregou EBITDA ajustado positivo de US$ 303 milhões — o 13º trimestre consecutivo no azul por essa métrica, e isso em meio a uma contração expressiva dos volumes negociados.
A mensagem subjacente é que, mesmo num trimestre visivelmente adverso para a receita, a Coinbase preservou disciplina de custos e algum grau de rentabilidade ajustada. Não apaga o tropeço, mas mostra que a estrutura aguenta o inverno.
O banco ainda colocou alguns alvos importantes para a operação:
Preço de entrada: R$ 43,00
Objetivo: R$ 62,45
Stop: R$ 32,55